Ethos Trio

Hoje assisti no Centro Cultural São Paulo,uma apresentação de um trio mexicano de jazz, chamado Ethos Trio.

Os caras são muito simpáticos(como parecem ser os mexicanos em geral) e fazem um som muito peculiar:algumas músicas foram compostas em parceria com (pasmem) arquitetos e engenheiros, e transmitem a sensação sonora dos edifícios da Cidade do México que, segundo o baterista e porta-voz do trio, é muito parecida com a cidade de São Paulo:linda e caótica. A diferença é que a capital mexicana tem "alguns milhares de gatos a mais", de acordo com o músico.

O trio é formado pelo baterista já citado, um pianista e um contra-baixista que se pudesse,se escondia atrás do palco,tamanha a sua aparente inibição.

Eles pareciam muito contentes em estar tocando na cidade e disseram que ,da próxima vez, trariam um dos pratos típicos do México para o público degustar: o taco.Eles tem uma música chamada "Tema para Tacaria".A música é muito boa,já o prato eu não sei.Mas quem sabe um dia provarei...

Agora estou aqui!!!

 Depois de ter criado esse blog em outra página,cheguei no UOL e pretendo continuar o meu trabalho de compartilhar algumas maluquices com pessoas interessadas.

Vamos lá.

Volto em breve!!!!

CUMPRINDO UMA VELHA PROMESSA (2ª PARTE)
Bem,voltando ao assunto da velha promessa que fiz pra mim mesmo,posso dizer que é muito tranquilizador estar com tudo em dia com a própria consciência.

A maior dificuldade que tive pra cumprir essa promessa era o fato de que não dependia exclusivamente de mim,pois se o Pearl Jam não viesse ao Brasil,dificilmente eu veria um show dos caras.

Eu já passei pela frustrante experiência de não ver um show de uma banda do coração:a Legião Urbana.Quando aconteceu o lançamento do disco "O Descobrimento do Brasil" ,teve uns shows em São Paulo.Na época (1994) eu estudava no D.PedroI,e combinei com uns amigos de irmos ao show.Pois bem,resolvemos que um de nós (o Tom) iria comprar os ingressos para os outros.Levamos o dinheiro numa quarta-feira para que ele comprasse no outro dia.Mas os ingressos se esgotaram.Não sendo possível ir dessa vez,resolví que,assim que tivesse outro show da Legião em SP eu iria. Como eles só faziam shows quando lançavam discos ,a próxima oportunidade seria em 1996 quando saiu "A Tempestade",mas o Renato Russo faleceu pouco depois do lançamento e eu fiquei sem assistir a banda mais importante do país até hoje.

Mas nem só de "fracassos" se fez minha jornada de shows:eu ví o show que o Guns N'Roses fez em SP em 1992.Na época( e durante muito tempo),o Guns era minha "banda de cabeceira".Ouvia direto e até hoje gosto bastante,continuo achando o Slash um dos melhores guitarristas que já ouví.Mas o show foi meio tumultuado, o Axl pissou na bola no final e acabei ficando meio decepionado com shows internacionais.

Comecei a ver tudo quanto é banda nacional,desde poderosas como Os Paralamas,Titãs,Cássia Eller,Los Hermanos,etc até menos"conhecidas" como Mad Birds and Little Quail e Verminose(a primeira abrindo um show dos Raimundos e a segunda abrindo show dos Mamonas Assassinas).

Tudo mudou quando ví o Mark Knopfler em 2000.Desde que comecei aprender tocar tenho o cara como "padrão de qualidade".Ouvia os discos que meu pai comprava do Dire Straits e viajava nos solos de guitarra do cara,que não faz a linha "exibicionista"Queria tocar igual,aquela coisa...não chego nem perto,mas engano bem!!!Quando ví o show do cara,foi algo realmente emocionante:era como se um filme estivesse passando na frente dos meus olhos,com a diferença de ser uma exibição Ao Vivo.Me lembrei de várias coisas:de quando estava aprendendo tocar, de meu pai, de ficar traduzindo as letras no caderno, de ficar desenhando guitarras em tudo quanto é canto,enfim de várias coisas bacanas.

Agora é a vez de Pearl Jam,que coinscidência ou não ,apareceu pra mim quando rolou aquela decepção com o Guns.Era uma banda nova ,com uma proposta nova e uma energia invejável.E um vocal que eu podia fazer sem problemas!!!Ouví o" Ten "até não poder mais.Aliás ,diminuí a dose de "Ten" quando saiu o "Vs.".Daí pra frente foi só comprar os Cds (até então eram Lps) conforme eram lançados e ficar na esperança da banda aparecer no Brasil.Todo ano tinha boatos dos "possíveis" shows por aqui,mas era só papo.E eu ficava naquela:"quando vierem ,eu vou".

Agora chegou a hora:dias 2 e 3 de dezembro ,a capital paulistana poderá finalmente assistir a minha banda predileta de Seattle(os fãs do Nirvana que me desculpem).Eu não podia dar o vacilo que aconteceu no epsódio da Legião,então comprei os ingressos no 2º dia de vendas(que estão aceleradíssimas).Dia 3 eu estarei no Pacaembu pra curtir esse show.

Espero que seja um ótimo show e que ,ao contrário do que aconteceu com o Guns,eu só tenha boas lembranças dessa apresentação,como aconteceu com o Mark Knopfler.

Como falei anteriormente,nada como estar de bem consigo mesmo.
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ITAIM PAULISTA, Homem, de 36 a 45 anos, Música, Arte e cultura, Futebol

 
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